S.O.S ILHA DE SÃO FRANCISCO DO SUL SC

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SÃO FRANCISCO DO SUL 09
SÃO FRANCISCO DO SUL SC 27
SÃO FRANCISCO DO SUL SC 13

Santa Catarina busca alternativas para acelerar aprovação de licenças ambientais para supostos investimentos no porto de interesses Norte Americanos e União Europeia – Levando em consideração com o governador eleito para gestão a partir de 2019 – Carlos Moisés da Silva ( PSL – neoliberalistas ) provavelmente irão derrotar o IBAMA e promover o entreguismo de São Francisco do Sul para os estrangeiros. ( outubro 2018 )

( 2016 / 2017 / 2018 ) 

ILHA de São Francisco do Sul SC, em média 50 mil habitantes, por décadas já possui um porto de grande porte  ( SCPar Port of São Francisco do Sul S.A ) segundo porto brasileiro de carga não conteinerizada e qualidade não eficaz, que tempos passados incendiou ocasionando gravíssimos prejuízos ambientais e humanos, e o descaso de estacionamentos para caminhões e carretas que se aglomeram em até 30 Km de distância do porto e de containers empilhados por vários terrenos da Ilha, além da precariedade da linha ferroviária ( trem ) que somente transporta minérios, matérias primas e do escárnio de acesso da precariedade da BR SC 280, nisto ocasiona propositalmente o desgaste emocional dos moradores e visitantes, de problemas de saúde provocados contra a sociedade civil pela precariedade na ilha de empresariados e de estado. São Chico na contramão, na iminência de ser severamente impactada pela construção de novos empreendimentos portuários e uma gama de obras acessórias em São Chicoque serão gerados 47 obras no total em uma área ainda pouco habitada e com vegetação nativa da Ilha ( mangues ). O projeto em andamento para mais um gigantesco porto internacional privado na Ilha de São Francisco do Sul SC, que irá devastar a ilha por inteiro. ( Porto Brasil Sul – PBS ) 

 as demarcações de reservas de petróleo são visiveis na região da ilha ) …

Nos pontos alternativos, o volume de dragagem ( remoção de sedimentos do fundo do oceano ) será bem maior – de 4 milhões a 5 milhões de metros cúbicos ( m3 ) –, enquanto que na praia do Forte, o volume ficará em 400 mil m3 para a dragagem e 300 mil m3 para a derrocagem ( remoção de rochas ). O transporte terrestre das “inúmeras” cargas movimentadas pelo porto será feito pelos meios rodoviário e ferroviário, com a estimativa de movimentação de 1.823 caminhões e 668 vagões de trem por dia. 

Foram identificados e avaliados ainda os 47 impactos ambientais: sendo 35 impactos ambientais ( 74% deles ) considerados altamente negativos, o8 impactos ambientais ( 17% deles ) positivos e 04 impactos ambientais ( 09% deles ) positivos e negativos. As medidas de mitigação ou de compensação dos impactos estão organizadas em 27 programas ambientais. A PONTA DO SUMIDOURO é uma enorme área no norte da ilha, que abriga, além da vasta cobertura de mata intocada, três praias: Capri, Forte e Sumidouro. A construção do complexo portuário implicará o desmatamento de uma área maior de 140 hectares ou seja, mais de 01 milhão e 400 mil metros quadrados, em média 190 campos de futebol. Um total de 33 mil metros quadrados de dutos, acessos e demais estruturas físicas será construída sobre as águas da Baía da Babitonga. 
( em se tratando da área da praia do Forte, tudo indica que há envolvimento do Exército e da Marinha perante esta traição – Autópsias estão sendo realizadas … ) – ( o futuro breve das obras do Porto Internacionalista Portal Brasil Sul – PBS, lembramos, que nada é recente, são em média 20 anos de planejamentos com o desenvolvimento de vários mecanismos para chegarem onde querem e darem o bote final … ) – ( desta máfia, envolve-se um conglomerado de empresas coligadas, incluindo a privatização internacionalista da BR SC 280 ) …

Os portos no litoral estão nas mãos de organizações mafiosas estrangeiras, dirigidas por seus testas de ferro aqui no Brasil e de brasileiros, há constantemente violentos crimes ambientais, desfiscalização, descumprimento agressivo das leis ambientais, isenções fiscais, evasão de divisas e nos paraísos fiscais estão, produção de pobreza socioeconômico x sócio populacional pelas supostas gigantes dos portos.

( a Ilha de São Francisco do Sul SC está localizada no norte do estado de Santa Catarina, nas proximidades de Joinville, Araquari e Jaraguá do Sul SC ) – ( A Ilha Histórica de São Francisco do Sul SC foi descoberta ( invadida ) pela França em 1504 e sua fundação em 1553 por Espanhóis que reintegraram posse da ilha para o Brasil – sendo a 03º cidade histórica mais antiga do Brasil ). Além de estar para começar mais uma nova e gigante obra de Porto Internacional Privado – a Ilha de São Francisco do Sul SC e regiões também sofrem com o psicopata e ganancioso mercado imobiliário e da construção civil para a classe média baixa e para a Elite, de loteamentos e condomínios de casas de luxo SOBRE O MANGUE !!! ( destruição criminosa e explicita de mangues ). Absolutamente nada pode ser apoiado e legalizado mediante que venha a destruir a vida ambiental e humana, trata-se de projetos, legalizações e de leis imorais e corruptas para favorecerem a ganância psicopata de alguns da Elite Predatória e Perversa com carinhas de algodão doce nos poderes.

Competição do jogo de xadrez no tabuleiro de damas TGS ( Terminal Gás Sul ) da Golar Power Latam ??? Quanto à UTE ( Usina Térmica ), à exemplo do projeto da Golar, a usina será construída em outro município, ou seja tudo é da Máfia Empresarial Khazarian Global Norte Americana e União Europeia x Local Testas de Ferro.

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Tudo indica que o Porto Internacionalista projetado para a Ilha de São Francisco do Sul SC se define com a descoberta do Pré Sal no ano de 1999 e revelado oficialmente o Pré Sal em 29 de Março de 2007 na costa litorânea brasileira, com 800 km de comprimento via litoral e de 100 à 300 km de distância da orla do mar, conhecida como Província do Pré Sal.

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Pré Sal localiza-se nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina.

  • ILHA de SÃO FRANCISCO do SUL SC
  • Nenhum Porto a Mais !! CHEGA !! 

Projeto portuário ameaça santuário de golfinhos em Santa Catarina. É o que muita gente está imaginando e vendo em São Francisco do Sul SC hoje em dia, diante da grande possibilidade de construção de mais um porto internacionalista e talvez outros – no interior da baía. 

Construção de mais um porto internacionalista em Santa Catarina ameaça toninhas. Empreendimento deve ser instalado exatamente no trecho da baía de Babitonga, São Francisco do Sul, onde população de espécimes circula. Projeto pode afetar outros animais ameaçados como boto-cinza, tartaruga-verde e mero.

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  • Salve a Vida de Todos Dentre Todos. 
  • Salve o MANGUE.
  • Salve a BAIA da BABITONGA.
  • Salve o SUMIDOURO.
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Nenhum Porto a Mais !! CHEGA !! Contrabandistas oficiais internacionalistas das Riquezas Naturais do Brasil !!!

Dos interesses obscuros e golpistas Norte Americanos, da Europa Ocidental, da Ásia Oriental …

((( Está bem claro, na publicidade estrategista dos capitalistas, mais um porto estrangeiro – da máfia empresarial global e suas inúmeras logomarcas administrada por brasileiros TESTAS de ferro. )))

Por: Marcelo Auler – No final de 2017, um grande número dos moradores da ilha de São Francisco do Sul – litoral norte de Santa Catarina, mais de 50 mil habitantes e cerca de 200 mil visitantes no verão – foi surpreendido com alguns mimos. Partiram da empresa WorldPort. O mais vistoso, um cartão para compras de até mil reais no Supermercado Litoral. Prêmio de um suposto concurso de decoração das casas. Teve até patrocínios de competições esportivas entre outros brindes.

Tudo para “seduzir” – cooptar? – apoios ao seu projeto de construção de um mega porto em uma cidade que hoje, apesar da população relativamente pequena, vive problemas crônicos. A começar pelo acesso via BR 280 (São Francisco do Sul – Dionísio Cerqueira, município na divisa com a Argentina), de mão única, sempre engarrafada.

O Porto Brasil Sul, com oito berços de atracação de navios e sete terminais – para containers, granéis sólidos, granéis líquidos, carga geral, veículos, fertilizantes e gás -, divide opiniões na cidade.

Apesar de todo o esforço de “sedução” da WorldPort, um grupo resiste à ideia, por enxergar no empreendimento um manancial de problemas para a ilha. Entre eles o atual prefeito, Renato Gama  Lobo (PSD). Em audiência pública, no dia 28 de novembro, ele mandou emissário com uma carta na qual expôs os motivos pelo quais acha que o empreendimento deve ser questionado:

Não estamos, simplesmente, discutindo a criação ou não de empregos. Se fosse somente isso, obviamente que eu seria o primeiro a defendê-lo. Estamos discutindo saúde, segurança, bem-estar, atividades sociais, econômicas, a biodiversidade, as condições estéticas, sanitárias, a qualidade de recursos ambientais, a água. Enfim, a vida. Sendo mais claro. A vida de pescadores e seus familiares; a vida de espécies de animais como peixes, garças, macacos, pássaros. A vida de toda a biodiversidade que envolve a Baía da Babitonga. Estamos discutindo toda a vida de São Francisco do Sul e seus cidadãos.“, expôs na carta, cuja íntegra poder ser vista aqui.

Preparo Mal Feito – A posição do prefeito, porém, não foi a única saia justa pela qual passou Marcus Barbosa, diretor da WorldPort, na reunião com cerca de 1.600 pessoas – entre moradores da cidade e algumas claques nitidamente arregimentadas pela empresa, que vaiavam os que se posicionavam contra e aplaudiam quando defensores do empreendimento se manifestavam …

Convocada pela Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina – FATMA, a audiência serviu para a apresentação dos estudos sobre os impactos ambientais e sociais que o porto desejado irá provocar na ilha. O trabalho ficou a cargo de uma consultoria especializada – Tetra Tech – que mostrou de forma clara impactos ambientais definitivos que serão causados. Agora, cabe à FATMA analisar o estudo para definir se a obra pode ou não ser feita.

Teoricamente, Barbosa passou o dia 28 de novembro se preparando para o debate, tal como explicou sua assessoria para justificar a impossibilidade dele conversar com o Blog. O preparo, porém, não deve ter sido dos melhores.

Logo no primeiro questionamento, com facilidade perdeu a fleuma e, de forma nitidamente raivosa, transformou o “Protocolo de Intenções” que sua empresa assinou em 2014 junto ao governo do Estado de Santa Catarina em letra morta. Papel sem qualquer valor: “protocolo feito em 2014, de intenções, isso é somente intenções”, vociferou.

Quando Luís Almeida, presidente da Associação de Moradores da Praia do Itaguaçu – AMPIU, cobrou um novo protocolo em substituição ao documento que ele disse não ter mais valor, Barbosa parece ter esquecido que estava ali para se explicar e conquistar apoio da população. Sem esconder seu incômodo, encerrou a resposta de forma nada educada:

Quanto à fazer ou não protocolo, isso é uma coisa que diz respeito à empresa e não ao senhor“.

Engana-se. Os moradores da ilha, ou pelo menos aqueles que não pertenciam às claques que foram levadas provavelmente arregimentadas pelo empreendedor da obra, têm o direito de saber o que farão com a cidade onde residem. Até porque, serão os primeiros a sofrer as consequências – boas ou maléficas – da construção desse porto.

E a onda perfeita ? – Tal como demonstrou Aninha, uma menina de 12 anos que acabou causando nova saia justa para o diretor da empresas, surpreendido com uma questão que, a princípio, para ele, pode ser menor.

Com apenas 12 anos de idade, matriculada na 8ª série em 2018, Ana Luíza Romão Fissmer, surfista premiada no estado, treina diariamente na praia do Sumidoro – local onde a WorldPort pretende erguer o porto – para chegar às Olimpíadas do Japão em 2020. Tímida, mandou por escrito a pergunta para a qual Barbosa não teve resposta: “Quem irá devolver a onda perfeita do Sumidoro para eu treinar para as Olimpíadas?”

Na reunião, o diretor da WorldPort falou muito das vantagens que a ilha oferece para a construção deste porto, com oito berços para navios. Destacou que será um porto distribuidor, recebendo mercadorias principalmente da Ásia (vindas pelo oceano Pacífico). Dali seguirão em navios menores para outros portos nacionais e internacionais. Pelas suas palavras, ele ajudará a reduzir as despesas com infraestrutura marítima. O projeto, como explicou Barbosa, tem uma visão de futuro da economia brasileira: “Nosso projeto é uma visão do futuro, uma proposta diferente“.

Deixou, porém, de abordar uma questão básica: a importância e/ou necessidade desta construção, que afetará o meio ambiente de forma permanente, como o representante da Tetra Tech, Affonso Novello admitiu na audiência pública – “será um impacto de alta significância, não mitigável, permanente“.

O que ficou claro na audiência é que a importância do porto é grande para a empresa. Trará altos rendimentos. Poderá, sem dúvida, ajudar a economia brasileira. Mas isto não se mostrou como o essencial, o imprescindível, para que a obra seja feita, diante de todos os problemas que ela causará. Que não serão poucos.

Explicações falhas – Muito embora, Barbosa tenha dito que após “mais de 174 reuniões com representantes de associações, dos legislativos, tanto municipal como estadual, com empresários, moradores“, sabe hoje que “o  povo francisquenses almeja grandes sonhos e quer sempre o melhor“, não conseguiu, pelo menos para quem era de fora, naquela reunião, demonstrar que a construção do porto será de fato o melhor para a ilha.

Principalmente em uma região – a Baía de Babitonga – que já possui portos, inclusive um em São Francisco do Sul com capacidade de ampliação – e terminais marítimos. Haverá demanda para tudo isso?

No encontro, onde não faltou ampla distribuição de lanche, devorado rapidamente por aqueles que nitidamente estavam ali como claque arregimentada, surgiram as promessas, que lembravam políticos em campanha.

Se no Protocolo de Intenções, como lembrou Almeida, a empresa cobrava do governo a duplicação da rodovia, pedia fornecimento de água – em uma cidade que vive restrições no fornecimento durante o verão -, reivindicava financiamento público para tocar o empreendimento, além de subsídios fiscais, na audiência pública a posição da WorldPort mudou. Foi quando o diretor do empreendimento passou às promessas.

Promessas vagas – Estrada de acesso? “Nós faremos, independentemente do governo”. Água? “Nos abasteceremos com caminhões pipas na fase de implantação e com poços profundos quando da entrada em funcionamento do porto. Havendo sobra, repassaremos à cidade quando necessário”. Financiamentos? “Não teremos necessidade, os empreendedores bancarão sozinhos”. Incentivos? “Não recorreremos a eles”.

As promessas apareceram sem muitos detalhamentos. Barbosa embaraçou-se, por exemplo, quando um morador quis saber como ele duplicaria os acesso da cidade – na verdade ele falou em construir “os acessos do porto dedicados”, não ficando claro se serão exclusivos aos usuários da área portuária ou abertos a toda a população – se para isso serão necessárias desapropriações que não cabem à empresa realizar. Falou então em trabalho conjunto com o governo, em uma época em que se cortam investimentos sejam municipais, estaduais e, principalmente, federais.

Também deixou sem resposta quando um cidadão quis saber ao certo quem são os empreendedores. De forma rude, já sem esconder sua insatisfação com as cobranças, deixou-o sem resposta.

Também deixou sem resposta quando um cidadão quis saber ao certo quem são os empreendedores. De forma rude, já sem esconder sua insatisfação com as cobranças, deixou-o sem resposta.

Na plateia, as claques na defesa do porto estavam muito melhor estruturadas com cartazes impresso, camisetas com logomarca do Porto Brasil Sul. Até ONGs se apresentaram nessa defesa. O lanche foi rapidamente devorado.

Outro ponto não explicitado, lembrado pelo prefeito em sua carta e pelo biólogo e diretor de escola Marcelo J. Miranda, são as consequências sociais que o empreendimento provocará na ilha. O diretor da WorldPort lembrava sempre os três mil empregos a serem criados, que beneficiarão principalmente os francisquenses. Uma promessa que facilmente cai no esquecimento, como outros investimentos.

De forma mais clara ainda que o próprio prefeito que ressaltou a necessidade de discutirem as influências na “saúde, segurança, bem-estar, atividades sociais, econômicas, a biodiversidade, as condições estéticas, sanitárias, a qualidade de recursos ambientais, a água“, o biólogo tocou em um ponto fundamental para rebater a tese da geração de empregos, que não deixa de ser um atrativo, principalmente aos jovens sem grandes perspectivas na pequena cidade.

De forma tranquila e bem embasada, Miranda, respaldado no seu conhecimento como biólogo, lembrou todas as espécies marítimas que serão atingidas pela construção do porto, no que considerou como “impactos permanentes”. Não foi contestado por Novello. Antes pelo contrário, este teve a honestidade de admiti-los, lembrando que não serão mitigáveis, ou seja, não terão alívios. No máximo, compensações em outras áreas.

Foi de Miranda o alerta que rebate aqueles que, como Barbosa, fazem da geração de empregos uma das principais bandeiras em defesa do empreendimento, como demonstra o vídeo abaixo. Ele deixou claro:

O meu questionamento é porque isso afeta diretamente ao pescador. Isso tem que ficar muito claro. Porque são várias famílias que dependem disso. Além do pescador, também afeta os bares, os restaurantes. Então, existe toda uma perda social. Quando a gente fala… a ligação que estou fazendo é a ligação ambiental com a social. Quando vocês falam de três mil empregos, quantas pessoas virão para cá por acharem que têm vários empreendimentos e acabam prejudicando, ou não atendendo futuramente. Então, você cria três mil empregos e vêm seis mil pessoas. Morreu os três mil empregos” (sic).

Agora, e pelos próximos meses, a palavra está com a FATMA. Mas um grupo de moradores de São Francisco do Sul promete que não esmorecerá na mobilização popular para impedir a construção do porto.

A construção do Porto Brasil Sul ( PBS ) envolverá:

Área territorial a ser destruída para o terminal: 1 milhão 461 mil e 549 m2 – Aterro de corpous hidricos: 22 mil e 900 m2 – Faixa de areia a ser destruída: 12 mil e 300 m2 – Área do manguezal a ser destruído: 759 mil e 200 m2

Dados do oficio 1637/2017 encaminhado pelo Ministério Publico Federal à Prefeitura de São Francisco do Sul SC

A perversidade, a psicopatia, a ganância desenfreada dos capitalistas … CORRUPÇÃO X CRIMINOSOS ??

LOTEAMENTO CAPRI SÃO CHICO SC
  • Loteamento Capri Sobre o MANGUE. ( destruição do mangue ). São Francisco do Sul SC.
  • CHEGA de Loteamento Em São Francisco do Sul – Capitalistas x Psicopatas x Escravagistas x Genocidas.

ILUSTRES CIDADÃOS BRASILEIROS !!?? 

MANGUES TEM DONOS !!??

VAMOS POR AS MÃOS NA CONSCIÊNCIA … OS MANGUES SÃO O ALICERCE DA VIDA !!! O BRASIL HÁ DÉCADAS BATE RECORDE EM DESTRUIÇÃO DEMANGUES – A DESTRUIÇÃO DOS MANGUES PROVOCAM HOLOCAUSTO AMBIENTAL – CLIMÁTICO – HUMANO … !!!

( 2018 ) 70% DOS MANGUES NO BRASIL JÁ FORAM DESTRUÍDOS PELA GANÂNCIA E CRIMINOSOS QUE SÃO … O HOLOCAUSTO AMBIENTAL VINGA-SE CONSTANTEMENTE CONTRA NÓS, POR AQUILO QUE FIZEMOS OU PERMITIMOS OS VILÕES Brasileiros a Serviço COM CARINHAS DE ALGODÃO DOCE FAZEREM … ( lembro que, as estatísticas oficiais dos governos e grande parte dos institutos ambientais são inconfiáveis, porque relatam apenas 20% dos mangues destruídos e isto não é verdade ).

MANGUE 01

DEIXO UMA PERGUNTA NO AR PARA TODOS AQUELES QUE TEM A HOBRIDADE E A HONRA DE SER SER HUMANO !!! DESDE QUANDO ALGUÉM, EMPRESA OU GRUPO DE EMPRESAS TEM AUTORIDADE DE SEREM PROPRIETÁRIOS DE MANGUES !!?? OU SEJA, SÃO CAPITALISTAS !!! NISTO HÁ CRIMES !!! TRAÍÇÕES !!! PROTEGIDOS POR ORGÃOS PÚBLICOS DE TODOS OS SEGMENTOS E SETORES DE CHEFIAS E DENTRE SERVIDORES PÚBLICOS DE SEGMENTOS ESPECÍFICOS NELES ESTABELECIDOS E ENVOLVIDOS !!! O “PODER” JUDICIÁRIO, A MARINHA, CARTÓRIOS DE REGISTROS DE IMÓVEIS TAMBÉM NÃO ESCAPAM DE ESTAREM ENVOLVIDOS NESTES CRIMES !!! TRAÍÇÕES !!! …

A GRANDE MAIORIA DOS MANGUES JÁ DESTRUÍDOS PARA LOTEAMENTOS, CONDOMÍNIOS, PORTOS E AFINS, TEM COMO PROPRIETÁRIOS LARANJAS, TESTAS DE FERRO DE EMPRESAS DIVERSAS COLIGADAS, PRINCIPALMENTE NA ÁREA DO MERCADO IMOBILIÁRIO E DA CONSTRUÇÃO CIVIL … TAMBÉM HÁ PSICOPATAS QUE POSSUEM AÉREAS DE MANGUES POR LUXO E GANÂNCIA PRÓPRIA. E O QUE HÁ, IMÓVEIS DE GENTE DE ALTA RENDA ( ELITE ) SOBRE ROCHAS, SOBRE A ORLA DO MAR !! … ( Ser suposto dono de Mangue, trata-se de roubo, seqüestro ).

MANGUE 02
MANGUE 03

Manguezal é uma zona úmida, definida como ecossistema costeiro, de transição entre os ambientes terrestre e marinho, característico de regiões tropicais e subtropicais, sujeito ao regime das marés, gera alimentos e seres vivos migram milhares de quilometros especificamente para a sua reprodução também, plantas específicas que somente existem em mangues e de rol altamente importante e necessário para a vida marinha e humana … … Os manguezais abrangem cerca de 01 milhão 225 mil e 444 hectares em quase todo o litoral brasileiro, desde o Oiapoque, no Amapá, até a Laguna em Santa Catarina, constituindo zonas de elevada produtividade biológica, uma vez que acolhem representantes de todos os elos da cadeia alimentar … Além dos mangues de toda costa do Rio Grande do Sul – Norte do Brasi e AMAZÔNIA !!!

( MANGUEZAIS TEM DONOS !!?? PROPRIEDADE PRIVADA !!?? )

IBAMA
  • IBAMA: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis !!??
  • ANTAQ: Agência Nacional de Transportes Aquaviários !!??
  • FATMA: Fundação do Meio Ambiente !!??
  • MPF: Ministério Público Federal !!??
  • MPE: Ministério Público Estadual !!??